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Vejam nota sobre minha posse, esta semana, na Vice Presidência da ADVB Latin American, com sede em Miami, publicada sexta na coluna de Regina Coeli, bem como a reportagem "A Copa nas empresas" que saiu hoje no caderno de empregos, com meus comentários!
 
   
 

 
 
 


Busca por outra colocação exige confiança
As possibilidades são maiores para quem mantém uma boa relação com colegas e com o mercado

Toni Vasconcelos

Segundo Victoriano Garrido, quem trata mal o mercado costuma penar para conseguir uma recolocação .
Há quem defenda que todo ser humano passa por momentos na vida em que, súbita e inexplicavalmente, é dominado por forte impulso de mudar. Mudar de casa, de amor, de rosto, de modo de vestir - e de emprego ou até de carreira. Surgem então as dúvidas: será que vai valer a pena? É o momento apropriado? Vai dar certo? Especialistas adiantam que, nessas horas, o indivíduo vai precisar de boa dose de ousadia e autoconfiança, afinal toda mudança mais profunda vem acompanhada de riscos, em menor ou maior grau. E as dificuldades aparecem em proporção ao perfil de cada profissional. Para o experiente consultor em RH Victoriano Garrido Filho, presidente da Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing
da Bahia (ADVB), o comportamento ético e a forma de se relacionar com que as pessoas são reconhecidas pelo mercado ou pelos colegas determinam fortemente o êxito na busca por uma nova colocação.
Aqueles profissionais que, iludidos com o cargo que ocupam, alguns se considerando até mesmo insubstituíveis, tratam mal o mercado - no caso, os prestadores de serviços, consultores, vendedores, empresários e colaboradores diversos com quem se relacionam -, esses costumam penar muito para mudar de emprego ou mesmo de profissão", avalia Garrido Filho. Ele assegura que cultivar a consciência de que tudo é transitório no universo corporativo e da importância de se relacionar bem com todos, desde os mais modestos funcionários aos mais graduados, pode ajudar muito a quem aspira a novos desafios profissionais. O consultor recomenda ainda, antes de decidir pela mudança, manter atualizada a rede de relacionamentos (networking).

"Até porque os relacionamentos e as amizades contribuem para ampliar a nossa visibilidade e credibilidade no mercado, com o que devemos nos preocupar sempre. Afinal, não adianta muita coisa ser `fera´ no que faz dentro da empresa se ninguém sabe disso fora da companhia", observa. Outra recomendação do especialista para quem almeja uma reconquista do mercado é reunir a maior quantidade possível de informações sobre empresas, negócios e áreas de trabalho de interesse do profissional.


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Currículo pode abrir ou fechar porta


Todo profissional que já passou pela experiência sabe: o currículo, e a forma como está redigido, pode abrir ou fechar portas no mercado. A consultora em gestão de carreira Janete Teixeira Dias defende que o currículo tem que cumprir o papel de comunicar, de forma rápida, correta e objetiva, informações realmente relevantes para a decisão do empregador de oferecer ou não o cargo ao candidato. "Vamos começar pelo significado original da palavra: trata-se de um `aportuguesamento´ da expressão latina Curriculum Vitae, que significa, `curso da vida´. Quer dizer, um conjunto das indicações relativas à formação, competências habilidades e atividades profissionais do indivíduo", interpreta.

A consultora reforça a necessidade da objetividade. "Seja objetivo na apresentação das informações. Os currículos hoje devem ter, no máximo, duas páginas. Mostre sua competência, seus pontos fortes, pense no que pode despertar o interesse do empregador, mas não precisa contar a história de sua vida inteira", brinca. Para ela, ser verdadeiro e honesto é também fundamental: "Não vale inventar coisas para impressionar. Tudo o que constar no currículo poderá ser questionado na hora da entrevista e, se você não souber argumentar, sua história ficará frágil, gerando desconfiança em quem está realizando a seleção". Escrever corretamente também é destacado pela especialista, afinal "um erro de português no currículo pode eliminá-lo imediatamente".

Vencida a etapa "quebra gelo" do currículo, a fase seguinte do processo seletivo para se alcançar o emprego sonhado - a entrevista - também inspira cuidados do candidato. E vem até amedrontando alguns, segundo Janete Dias. "Por incrível que pareça, na minha experiência de consultora, tenho sido informada de que várias pessoas não compareceram para a entrevista ou dinâmica de seleção, para as quais foram convidadas a participar. Se elas têm medo, é medo de que, efetivamente?", indaga. Ela lembra que, o medo é natural e até necessário, mas não pode paralisar o candidato. É vital, para o êxito profissional, aprender a confiar em si mesmo, ter habilidades e competências próprias. E ir ao encontro do desafio. "Aos profissionais que me consultam, dou sempre um conselho: mostre-se. Revele suas potencialidades. Aproveite cada oportunidade que surgir para compartilhar suas habilidades e experiências com outras pessoas. Você nasceu para agregar valor à humanidade, não se poupe, não se guarde. Vá e encare o entrevistador, com tranqüilidade e confiança", enfatiza.


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Mercado baiano passa por mudança


É de reconhecimento geral que a Bahia vem dando, desde a última década, significativos saltos no caminho da expansão e diversificação de sua economia. Novos pólos industriais estão sendo consolidados e o estado continua atraindo grandes companhias em setores variados. Mas, para muitos analistas, o mercado de trabalho baiano ainda ostenta números relativamente modestos, se comparados aos principais centros do Sudeste e Sul do país. A região metropolitana da capital ainda detém uma das mais altas taxas de desemprego nacionais, acima de 25% da população economicamente ativa (PEA). Dentro desse cenário e em plena era da crise global do emprego, uma questão persegue os especialistas: existem ou não fórmulas comprovadamente eficazes para se conseguir boa posição nesse mercado?

O consultor Thomas Case, fundador do grupo Catho, uma das maiores organizações brasileiras de recursos humanos, acredita que há, sim, a melhor receita para enfrentar - e ganhar - essa guerra por um lugar ao sol no mercado de trabalho. Autor do livro Como conseguir emprego no Brasil do século XXI, Case é incisivo: "A competição no mercado de trabalho tornou-se bem mais acirrada na Bahia, como em quase todo o país. A presença crescente de profissionais mais jovens e de mulheres contribui, significativamente, para esse novo panorama. Indícios claros dessa maior competitividade são a ampliação do tempo médio de desemprego - profissionais especializados chegam a passar 11,3 meses procurando um novo posto - e a dificuldade de pessoas acima de 45 anos obterem uma colocação".

Já a psicóloga e consultora em RH Margarida Silva, é evidente a fase de expansão por que passa o mercado de trabalho baiano, com a ampliação de oportunidades nos setores público e privado. Ela destaca o segmento industrial como um dos mais promissores, com uma série de vagas sendo abertas em unidades fabris nos pólos de Camaçari e em outros municípios. A consultora menciona também o segmento de serviços no estado, que está se expandindo com rapidez. "Notadamente a área de teleatendimento, com o crescimento vertiginoso de empresas de call center. Essas companhias estão absorvendo milhares de profissionais, de formação variada, o que é ainda melhor", avalia.

Outros campos atraentes hoje no mercado baiano, segundo Margarida Silva, são o da educação superior, com à implantação de muitas instituições de ensino, além de certas atividades no comércio, entretenimento, lazer e hotelaria, "mesmo que sejam vagas temporárias sazonais, abertas neste período de alta estação". "Não podemos esquecer, contudo, que a procura por nova colocação, na Bahia como em quase todo o mercado nacional, ainda é bem maior que a oferta. Por isso, é importante estar preparado para vencer a disputa pelas vagas", ressalta a consultora. E, segundo ela, têm mais chances de vitória "aqueles que cultivam o autoconhecimento, sabem administrar a carreira e estão ''antenados'' nas oportunidades que aparecem e que sejam coerentes com suas competências e metas definidas".


  ACM Neto reúne os `Amigos Nota 10´
 
ACM Neto reuniu mil integrantes fiéis de sua base na capital

O vice-líder do PFL na Câmara Federal, deputado Antonio Carlos Magalhães, reuniu ontem à noite amigos e correligionários para mais um encontro de prestação de contas do seu mandato. O I Encontro de Amigos Nota 10 de ACM Neto, como foi chamado o evento, aconteceu no Fiesta Convention Center, no bairro do Itaigara, e reuniu aproximadamente mil pessoas, a maior parte lideranças comunitárias e personalidades de Salvador.
Também estiveram presentes ao encontro, organizado pelo escritório político do deputado, o presidente da Rede Bahia,
Antonio Carlos Magalhães Júnior, além dos deputados estaduais Vespasiano Santos (PFL), Pedro Alcântara (PL), Antônio Rodrigues (PFL), Carlos Gaban (PFL), o ex-diretor do Detran, Jalon Oliveira, e vereadores da capital.
ACM Neto considerou como maior marca do seu mandato na Câmara a aprovação do relatório final da CPI dos Correios, comissão da qual desempenhou um papel fundamental, como sub-relator dos fundos de pensão. "Sinto que cumpri meu papel como parlamentar. Consolidei minha atuação política e me tornei respeitado na Bahia e no Brasil inteiro. E o marco foi a aprovação do relatório, após dez meses de intenso trabalho, feito tecnicamente e objetivamente, de forma criteriosa", salientou.

Antes do evento, foi distribuído um folder de quatro páginas com uma pequena prestação de contas do mandato de ACM Neto, que foi o deputado federal mais votado da Bahia em 2002, com mais de 400 mil votos. O panfleto lembrou que o deputado baiano foi escolhido por três anos consecutivos pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como um dos "Cabeças do Congresso Nacional", ou seja, como um dos mais influentes parlamentares das duas Casas.

O encontro também contou com muita música e palestras do professor Victoriano Garrido Filho, doutor e especialista no treinamento de pessoas, e da professora Emília Queiroga Barros, especialista em formar multiplicadores.


 

 
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